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Visita ao Cardiologista
Edição 19 - Maio de 2011

A máquina vai envelhecendo, ou melhor, ficando gasta. Com isso, as revisões precisam ser cada vez mais frequentes. Exames de próstata, dentista... Mas o mais difícil é o cardiologista! Há anos vou regularmente (mais do que gostaria) ao "meu cardiologista", o conhecido e respeitado Dr. Marco Antonio Arakaki. Antes da consulta, me preparo psicologicamente, mas não tem jeito. Sei exatamente o que vou ouvir, sei os testes pelos quais terei de passar e sei dos exames que teremos de fazer. Mas, lá vou eu.

Além da indefectível espera, desconheço quem já tenha sido atendido em consultório médico ou odontológico na hora tão milimetricamente agendada. Enquanto espero, folheio revistas. Já li a Veja do 11 de setembro algumas vezes. Mas, ser atendido pelo Dr. Arakaki tem suas vantagens, uma delas é a qualidade do profissional. Entro no consultório. Além do sorriso natural, lá vamos para as perguntas habituais: "Tem andado regularmente alguns quilômetros por semana"? "Controle do peso"? "Regulando os excessos na alimentação? Pouca gordura? Zerando o junk food"? As respostas se repetem. Não! Não! Não! Não! e Não!

O duro é a fase do teste da bicicleta em que tenho de pedalar por um tempo interminável, com dificuldades no pedal, que se acentuam a medida que o teste vai correndo. E penso… calma Magalhães está acabando. Encerradas as torturas, diagnóstico final: "Alimentar-se melhor, caminhar pelo menos três vezes por semana". O querido Dr. Arakaki, me faz lembrar Voltaire com uma de suas frases memoráveis: "Não concordo com uma única palavra do que diz, mas pago minhas consultas para poder defender até a morte o vosso direito de continuar a dizer, o que deveria estar fazendo".


Fausto de Moura Magalhães
fausto@grupomouramagalhaes.com.br

 

     
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