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Um profissional de antigamente
Edição 20 - Junho de 2011

Última fábrica de máquinas de escrever do mundo fecha as portas. A Godrej and Boyce, a última empresa no mundo que ainda fabricava máquinas de escrever, fechou as portas em Mumbai, Índia." – Revista Veja - 26 de abril de 2011. Esta notícia me fez lembrar a imponente fábrica da Olivetti, em Guarulhos, na Via Dutra, que por décadas produziu aquelas máquinas verdes azuladas. A fábrica não existe há anos e o prédio virou um Shopping Center. Para nós, com mais de 40 anos, é uma notícia de grande impacto.

Quem, ao se voltar para o início de carreira profissional ou para os estudos universitários, não frequentou uma escola de datilografia? Pois é, deve-se lembrar também que as máquinas (já antigas naquela época) tinham teclas que não apresentavam as letras; eram totalmente brancas e nos testes e exames não podia haver "rebatidas". A comemoração ficava para o dia em que se recebia o diploma. Éhh! o tempo passa sorrateiramente para os "mais experientes" e disfarçadamente vai deixando certas marcas e referências que foram importantes em fases do nosso crescimento profissional.

Lembrei-me das máquinas de escrever, como também dos filmes Kodak de 35mm (em papel ou cromos) e dos linotipos em grandes jornais (estagiei na velha "A Gazeta", onde a temperatura do lugar que se produzia os linotipos - chumbo derretido- chegava a níveis insuportáveis). Ao corrigir um texto, não raro, precisava "recorrer" todo um parágrafo por causa de uma única letra. Para as ilustrações, tínhamos de produzir "clichés". Nada de Photoshop!!! As fotos tinham que ser realmente bem tiradas. Recordar é relembrar coisas boas e outras nem tanto. Mas vamos assumir! A modernidade e as técnicas atuais nos oferecem confortos inimagináveis na década de 1960. Não é? Fiquemos com a modernidade!


Fausto de Moura Magalhães
fausto@grupomouramagalhaes.com.br

 
     
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