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Edição 06 - Pinçando algo, num mês farto...
Edição 05 - Ari, bom amigo e irmão camarada!!
Edição 04 - Obsessão por qualidade , numa cidade que precisa oferecer qualidade
Edição 03 - Ousar é preciso
Edição 02 - Novos e amplos horizontes
Edição 01 - Bons ventos

 
 
 
 

15 Anos
Edição 27 - Janeiro de 2012

Eu sei o que vão pensar, mas sim, vou falar mais uma vez de Nova York neste espaço. Afinal, não há como evitar mencionar coisas que acontecem na Big Apple, o centro deste planeta, cada vez menor. Os que conhecem a cidade sabem que a "população" dos taxis amarelos é inacreditavelmente grande. Mas o curioso é que quando se precisa de um, não se consegue, nem para remédio. E quando se tem sorte de encontrar, vem na condução um taxista mal humorado e que ainda está longe de ser um real norte-americano. Ali encontramos mexicanos, hondurenhos, cubanos, pessoas de diversos países da África e Ásia e em alguns casos com um inglês complicado de se entender.

E nada de reclamar, pois se perder este, pode levar muito tempo para conseguir outro. E não tem muito deste negócio de horário "melhor", pois quando você precisa todo mundo quer igual: durante o dia, expediente de trabalho, à noite, horário de restaurantes (jantam muito cedo), depois do teatro, etc. Vários filmes já anotaram este crônico problema dos táxis nova-iorquinos. É claro que temos a alternativa do metrô. Mas chegar à esfuziante e iluminada Nova York para andar de metrô, ninguém merece.

Mas desta última vez me deparei com uma novidade: as bicicletas-taxis, a exemplo do que acontece em diversos países do Oriente Médio. E vários são os modelos disponíveis e dispostos a percorrer os intermináveis quarteirões, em geral partindo do Times Square até o hotel em que se fica hospedado. Experimentei um ao sair do teatro (fui assistir ao espetáculo Mamma Mia), na Rua 43 que me levou até o hotel. Fazia frio, mas aguentei firme! Nos sinais de trânsito, uma pausa; e todos respeitam nosso de HP. Mas ao chegar ao Madison Square Garden, na Sétima Avenida, a surpresa!!! É muito caro, por isso, não é a toa que os taxis andam lotados e as bicicletas-taxis estão sobrando para conquistar turistas desavisados.

Fausto de Moura Magalhães
fausto@grupomouramagalhaes.com.br

 
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