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Edição 01 - Bons ventos

 
 
Fausto Magalhães recepciona José Custódio Cotrim e sua esposa Kate. Conversas que duram horas agradáveis.
 

O encanto do reencontro
Edição 29 - Março de 2012

Chego de viagem e lendo a Vejinha, recheada de assuntos pertinentes à gastronomia, deparo com um artigo que comenta sobre restaurantes a serem implantados na Capital de São Paulo com investimentos
variados, mas a maioria acima de 3 milhões de reais. Bem, em Campos do Jordão os investimentos e expectativas são bem mais modestos. Mas não é este o tema deste mês. Na mesma matéria os redatores mencionam que: "Segundo levantamento da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel), de cada 100 estabelecimentos abertos, 35 fecham as portas em um ano. E apenas três sobrevivem por mais de uma década". Já abordamos esta estatística aqui na Newsletter há alguns anos, e a fonte era a saudosa Gazeta Mercantil e o índice de "sobrevivência" era maior. Portanto, a sobrevida dos restaurantes vem caindo. O que não nos falta, portanto, é orgulho em termos mantido nossos restaurantes abertos e positivamente sempre comentados. Sei que não é fácil, mas é possível. Um segundo...

Meu caro Fausto Já se vão quase 12 anos. Rolava o mês de Março do ano 2000. Katy e eu, perdidos no pequeno espaço do Shopping Geneve Plaza, estávamos à busca de um lugar para jantar. Algo que saísse da mesmice – embora deliciosa – das casas de pasta das redondezas, onde o chope e as salsichas imperavam as suas mais variadas cores e formas. Alguém nos pegou pelo braço, levou-nos até a calçada e nos mostrou uma varandinha redonda no segundo andar. Iluminada. - Pegue o elevador – nos disse, e vá até lá! Não conheço, mas dizem que é muito bom. Chama-se Ludwig. Chegamos devagarzinho, saboreamos a comida e papeamos. Nossa curiosidade sobre o nome Ludwig durou pouco. Você nos fez uma explanação completa de sua viagem ao sul da Bavária e do seu deslumbramento após a visita ao Neuschwanstein, o castelo que o rei Ludwig II construiu para enriquecer a beleza daquele lugar.

Não foi necessário dizer mais nada. Do restaurante só saímos depois que, juntamente com você, acabamos com uma garrafa e um sacrossanto destilado escocês... Era alta madrugada. De lá para cá muitas coisas mudaram. Para começar, estamos doze anos mais velhos. O Ludwig, aquele bistrô e segundo andar, desceu as escadas e subiu o morro. Foi se recolher no meio de um bosque, numa elegante casa, onde desde então derrama classe e surpreende paladares, no seu jeito e elegância ao receber seus clientes. E mais! De receber seus amigos. Ao longo desse período nós vimos várias vezes e cada uma era uma nova surpresa. Você mudou. O Ludwig também mudou. E nós também mudamos. Mas temos todos muita sorte. Sempre mudamos para melhor. E vamos em frente... O que dá, dá. O que não dá, deixa prá lá. Neste último fi m de semana batemos aí para o almoço de domingo. Só nós dois. E para nossa grande sorte. Você e Zezé puderam conversar calmamente conosco e nos colocaram a par dos novos empreendimentos gastronômicos. Nisso, Fausto, você não mudou.

Seu viés de empreendedor o mantém sempre "ligado" e tenho certeza de que o sucesso do Ludwig transbordará facilmente para as demais atividades. Gostamos de rever a NewsLetter – agora em nova fase – onde percebe-se facilmente, pela sua leitura, o quanto as coisas evoluíram desde aquela varandinha redonda no segundo andar. Hoje, descendo a serra debaixo de chuva em nossa volta para São Paulo, fi quei pensando em como a vida é misteriosa. Não nos víamos há uns dois anos e nosso reencontro apagou esse tempo. Esse mistério me surpreende. E sobretudo, me encanta. Até mais ver. Receba um abraço fraternal do amigo de sempre José Custódio Cotrim (Fevereiro/ 2012)

Tive de interromper estas linhas pela agradável surpresa da chegada para almoçar no Ludwig Restaurant de um de nossos mais tradicionais clientes e amigos: José Custódio Cotrim e sua querida esposa Kate. Aproveitei para comentar com este crítico irreverente suas opiniões sobre o Ludwig, que já está no 13º ano de funcionamento. Mantemos o restaurante por vários anos e também os clientes! O sucesso é efêmero, portanto, vamos à luta! Há muito trabalho, pois este mês o Davos Maison Suisse completa 27 anos e temos planos ambiciosos para nosso simpático espaço. Lembrando que depois do Carnaval, é hora de pensar em nossa alta Temporada.

Fausto de Moura Magalhães
fausto@grupomouramagalhaes.com.br

 

 

       
 
       
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